‘‘Eu não procuro um emprego, eu procuro uma causa’’

Essa frase ‘‘Eu não procuro um emprego, eu procuro uma causa’’, de autoria de Felipe Guedes, um dos idealizadores do Instituto Empreendedores Universitários é com certeza uma das que mais me inspira.

É no trabalho que vivemos grande parte de nossas vidas, portanto trabalhar em algo que nos traga felicidade é essencial para que possamos despertar o nosso real potencial, e aí então atingir os melhores resultados. Você já vivenciou isso?

Qualquer organização nunca pode perder de vista a sua causa, pois se isso acontecer será como se uma barreira que limita-se o potencial de todos seus colaboradores fosse criada. Para Peter Drucker,

Se as pessoas não acreditam na empresa, não acreditam no produto e não acreditam na contribuição da empresa, não dará certo.[…] O número de pessoas que são realmente motivadas por dinheiro é muito pequeno. Há algumas pessoas assim… todos conhecemos algumas… mas não são muitas. E, além do mais, esse é um objetivo até fácil de atingir. Mas, ao chegar lá; o que você faz com o resto de sua vida?

Outra referência na área de estratégia e gestão, Gary Hamel, também apresenta um ponto de vista semelhante:

Empresas existem para criar oportunidades e criar coisas que melhorem a vida das pessoas. Empresas revolucionam mercados…. Se olharmos para a História, veremos que todos os revolucionários pretendiam melhorar a vida das pessoas. Algumas vezes eles não faziam da maneira correta ou a doutrina não era apropriada, mas todos faziam uma pergunta básica: ‘Como fazer diferença neste mundo?’ Tratamos freqüentemente nossos funcionários como ‘cachorros de Pavlov’ na premissa de que, se lhes dermos os incentivos financeiros adequados, podemos conseguir que façam qualquer coisa. É assim que, para muitas pessoas, os negócios acabam se separando do resto da vida. Acho que, na maioria das vezes, nas empresas consideramos essa questão como algo técnico e não como algo que envolve emoção, comprometimento e alma.

 

Nós da Catálise, acreditamos que o mundo ficará melhor à medida que as pessoas possam aproveitar o seu potencial máximo, e para isso é preciso de mais ‘‘causa’’, ‘‘amor’’, ‘‘tesão’’ (ou seja lá como você goste de chamar,rs) dentro de nossas organizações. Mas quem identificará essas causas? Quem está disposto a ser feliz e usar todo seu potencial, mesmo que para isso tenha que sair do piloto automático e correr riscos? Espero que neste momento você esteja respondendo mesmo que apenas mentalmente: ‘‘EU’’. Conte conosco para isso ; )

Ailton Arantes Cunha

Sou alguém que acredita que devemos sempre deixar o ambiente que estamos melhor que o encontramos, e que sonhar e colocar a mão na massa é a melhor maneira de ser fiel a si mesmo.

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