Por mais dias que valham a pena

Tenho me olhado no espelho todos os dias pela manhã e me feito essa pergunta: “Se este fosse o último dia da minha vida, será que eu faria mesmo o que estou prestes a fazer hoje?” E, sempre que a resposta é “não” por muitos dias seguidos, percebo que preciso mudar alguma coisa.

Lembrar que logo estarei morto é a ferramenta mais importante que encontrei para me ajudar a tomar as grandes decisões da vida. Afinal, quase tudo – todas as expectativas, todo o orgulho, todo o medo do fracasso ou do constrangimento – tudo isso se torna insignificante diante da morte, restando só aquilo que é importante. Lembrar que vamos morrer é a melhor maneira que conheço de evitar a armadilha de pensar que temos algo a perder. Já estamos nus. Não há motivo para não seguir o coração.

 

Esse trecho do famoso discurso de Steve Jobs em Stanford propõe um exercício que considero muito útil.

Considero que é minha obrigação, por estar vivo,
fazer alguma coisa de útil e deixar os lugares por onde passo melhor que quando os encontrei. E nessa trajetória devemos nos divertir e viver diferentes experiências. Quer fazer algo? Vai lá é faz! Um vídeo que gosto muito relacionado a isso é esse:

Acredito que com essa consciência, podemos nos divertir e levar uma vida que cause muito mais impacto positivo na vida das pessoas. E assim, a catálise de um mundo melhor vai acontecendo.

Ailton Arantes Cunha

Sou alguém que acredita que devemos sempre deixar o ambiente que estamos melhor que o encontramos, e que sonhar e colocar a mão na massa é a melhor maneira de ser fiel a si mesmo.